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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Deprimido? Observe como você usa a internet




Um novo estudo, que será publicado por pesquisadores da Universidade de Ciências e Tecnologia do Missouri, apresenta uma teoria sobre como determinados padrões de comportamento podem indicar sinais de depressão, especialmente os relacionados à maneira como usamos a internet.
De acordo com o site Science Daily, os pesquisadores avaliaram o comportamento de um grupo de estudantes universitários, atentando especialmente para possíveis sinais de depressão, e depois analisaram seus padrões de uso da internet.
De todos os participantes, os cientistas determinaram que 30% apresentavam os critérios mínimos para serem diagnosticados com depressão, e descobriram que esses mesmos 30% demonstravam um uso diferente da internet quando comparados aos participantes não deprimidos.


Padrões de comportamento


Aparentemente, os deprimidos parecem apresentar um uso significativamente maior de programas para o compartilhamento de arquivos e plataformas para troca de mensagens instantâneas e email, além de mudar frequentemente de aplicativo.
Tal comportamento parece ser condizente com o padrão de distração, falta de atenção e solidão apresentado por pessoas deprimidas. Assim, de acordo com os pesquisadores, passar muito tempo em programas de troca de mensagens instantâneas ou pulando de página para página pode ser considerado como mais um sintoma da doença.
Com a descoberta, os cientistas esperam poder desenvolver algum tipo de aplicativo que monitore os padrões de uso da internet dos indivíduos e alertá-los — ou alertar o corpo acadêmico ou pedagógico em universidades e escolas — quando estes indiquem sinais de depressão. Desta forma, as pessoas poderiam buscar ajuda especializada para tratar o problema antes que este se torne mais grave.


É assim que você conectará todas as coisas da sua casa à Internet no futuro


Electric Imp.
Os caras que trouxeram até você o iPhone e o Gmail agora querem conectar a sua lavadora de roupas, interruptor e basicamente todos os demais dispositivos elétricos que você possa imaginar à Internet. Prepare-se para ficar maravilhado.
A Electric Imp saiu do seu esconderijo hoje e anunciou uma linha de cartões Imp que podem ser instalados em qualquer dispositivo eletrônico para colocá-lo na Internet e até mesmo controlá-los por lá. Os pequenos cartões são bem parecidos com cartões SD comuns, mas têm antena Wi-Fi e processadores embutidos. Você pode instalá-los em um dispositivo que já existe usando alguma das placas de circuitos que a Imp vende e a empresa já negocia com integradores a criação de slots pré-instalados da Imp em uma vasta gama de produtos. Uma vez instalados, eles se conectam à Internet e aos controles de software baseados na nuvem da Imp, permitindo que sejam controlados remotamente e trabalhem em conjunto com outros dispositivos conectados.
Esta é a “Internet das Coisas” sobre a qual temos ouvido tanto falar. Mas diferente da maioria das soluções, esse não é um sistema vertical que exige que você compre dispositivos desenhados para serem conectados a uma controladora central. A grande sacada da Imp é que eles funcionarão com qualquer dispositivo e então programados para controlar cada um conforme necessário. Não é preciso criar um software de back-end para controlar os dispositivos, a Imp cuida dessa parte toda.
E a linha de produtos compatíveis é impressionante. Por exemplo, você pode ter um Imp conectado ao sensor de nível de água na base de uma árvore de Natal que envia uma mensagem de texto automaticamente se o nível de água ficar muito baixo ou diminui as luzes da árvore para evitar um incêndio. (Veja o vídeo demonstrativo abaixo com um Imp fazendo exatamente isso, com o time da Electric Imp configurando tudo em tempo real em cerca de um minuto.) Você pode configurar a bomba da piscina para funcionar apenas quando a eletricidade estiver abaixo de um dado preço pelo Kilowatt Hora. Fabricantes de máquinas de lavar podem usá-los (bem como os consumidores) para ter um feedback sobre o quão eficiente elas estão sendo usadas. Imps poderiam ser conectados a sensores no solo de um jardim para ligar e desligar o sistema de irrigação automaticamente.
O software baseado na web usa uma interface gráfica no estilo “arrastar e soltar” para configurar comandos, tornando bem simples usar e criar ações. Para usuários mais avançados, porém, ele também é programável, o que abre um mundo de possibilidades. Os usuários poderão compartilhar tarefas que criaram, bem como designs de hardware. Algumas placas desenhadas pela Imp serão vendidas na SparkFun no meio do ano, mas eles realmente esperam que as pessoas hackeiem e compartilhem seus próprios designs.
Assistir ao time da Electric Team (que inclui o ex-gerente de engenharia do iPhone Hugo Fiennes e o ex-designer do Gmail Kevin Fox) criar ações complicadas em tempo real é maluquice. Mas um dos recursos mais impressionantes da demonstração com implicações mais avançadas foi, de certa forma, uma pequena parte de como tudo isso funcionará.
Qualquer um que já tenha tentado colocar dispositivos Wi-Fi burros para funcionar em uma rede doméstica ou do escritório sabe que o processo nunca é igual e, com frequência, bem chato. Colocar um Imp para funcionar em uma rede Wi-Fi é super fácil e um feito engenhoso. Você coloca o SSID e senha da sua rede Wi-Fi no Electric Imp do seu celular (iPhone ou Android) e o app pisca uma luz em um fotosensor no cartão Imp, usando pulsos de luz para transferir o login. Isso. É. Demais.
Um pacote prévio para desenvolvedores chegará no final de junho. Os cartões custarão US$ 25, enquanto uma placa de circuito básica deve chegar às lojas por US 10 e as mais complexas, por US$ 20 (os preços das placas ainda não foram confirmados). 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Câmara discute a qualidade da internet brasileira



A Câmara dos Deputados está realizando hoje uma audiência pública que pretende discutir o cumprimento das normas de telefonia pelas operadoras do país. A qualidade dos serviços de tráfego de dados e voz é o assunto da vez, e possíveis medidas para garantir melhorias no setor já devem ser idealizadas.
Os parlamentares Sando Alex (PPS-PR) e Duarte Nogueira (PSDB-SP) colocaram o assunto em discussão, lembrando que as operadoras de telefonia do país recebem reclamações há muito tempo. De acordo com o deputado paulista, a internet brasileira é cara e de má qualidade e, ainda por cima, a telefonia é uma das piores do mundo. Para ele, os problemas estão aparecendo por causa da falta de investimento na estrutura das redes, que não comportam a demanda como deveriam.
O assunto pipocou na câmara quando o SindiTelebrasil (o sindicato das operadoras) contratou uma empresa para medir a qualidade da banda larga no país. A Anatel, por sua vez, não esclareceu nada sobre o processo nem comentou a forma como essa medição será feita.



terça-feira, 8 de maio de 2012

É possível eliminar completamente uma informação da internet?


No dia 4 de maio de 2012, 36 fotos nas quais a atriz Carolina Dieckmann aparece nua foram divulgadas na internet. Ela suspeita que os arquivos foram roubados de seu computador quando a máquina foi levada a uma loja para conserto e afirma ter sido vítima de um chantagista que teria exigido R$ 10 mil para não divulgar o conteúdo.
Um caso parecido aconteceu em setembro de 2006, quando um vídeo íntimo da modelo e apresentadora Daniella Cicarelli também foi divulgado pela internet. Cicarelli e o então namorado entraram na justiça para impedir que todos os sites brasileiros e estrangeiros veiculassem as imagens.
Situações como as de Carolina Dieckmann e de Daniella Cicarelli trazem à tona a questão da privacidade na internet, e o Tecmundo está aqui para esclarecer: é possível apagar completamente algum conteúdo da web? Fique ligado, pois a discussão está apenas começando.

 

Direto e reto: a resposta é “não”


Dizem que nada é impossível, mas a verdade é que, lembrando casos passados e analisando a opinião de quem lida profissionalmente e diariamente com a internet, a opinião é unânime: é impossível apagar, completamente, um conteúdo indesejado que esteja na grande rede.
E por que o cenário é “apocalíptico” assim? Simples: a internet mudou todos os padrões de publicidade que conhecemos — neste contexto, “publicidade” no sentido de tornar algo público. Praticamente, não há limite para a capacidade de registro e de multiplicação que a grande rede tem.
Nancy Marchioro é desenvolvedora web, especialista em arquitetura da informação. Ela, como muitos outros especialistas, ressalta que “qualquer coisa que tenha sido colocada no formato digital na internet tem o potencial de se espalhar, por mais segurança e privacidade que o serviço diga que tem”.
A capacidade de registro e de permanência que a internet proporciona nunca deve ser menosprezada. Em outras palavras, o que se escreve na grande rede fica registrado a caneta. A chance de alguém guardar uma declaração, foto ou um vídeo que não lhe pertence é sempre muito grande, e essas pessoas podem fazer uso do que têm nas mãos de forma a causar danos ou não.
E não são só celebridades que estão sujeitas a esta exposição, apesar de estarem mais sujeitas. Qualquer navegante comum deixa uma infinidade de rastros pela internet. Basta parar e pensar na quantidade de sites que visitamos, nos vários cadastros que preenchemos, nas fotos e nos vídeos que já publicamos etc. Você sente que tem controle absoluto sobre essas publicações?

 

Prevenir e conscientizar é o melhor a fazer


A internet, como qualquer ferramenta, funciona tanto para o bem quanto para o mal. Evitar que uma informação indesejada — seja ela texto, foto ou vídeo — caia na rede é melhor do que ter que correr atrás do prejuízo posteriormente.
Lucina Viana é Coordenadora do MBA em Gestão da Comunicação Online da Universidade Tuituti do Paraná (COMDPI) e ressalta que, como é difícil controlar a distribuição de conteúdos na internet, o foco deve ser na conscientização do que deve ser produzido.
“Principalmente quando estamos falando de crianças e adolescentes, que entendem o computador, o celular e a internet como extensões de si mesmos, precisamos conscientizá-los de que se algo não pode ser distribuído, então não deve ser produzido”, 
ela orienta.

 

Medidas legais


No caso de Carolina Dieckmann, o advogado da atriz, Antonio Carlos de Almeida, afirmou ao site G1 que notificou o Google para impedir que o mecanismo de buscas mostre resultados que forneçam acesso a fotos da atriz nua.
Isso é possível graças a um serviço do Google que permite a solicitação da não indexação de páginas e fotos. Como Nancy Marchioro esclarece, o próprio dono de uma página ou um advogado dá início ao processo para que a indexação seja removida progressivamente do mecanismo de busca.
A atriz Carolina Dieckmann suspeita de que as fotos foram roubadas de seu computador quando este foi levado para manutenção. Neste caso, o crime se caracteriza, pois é equivalente a um furto acrescido de uma suposta extorsão, e essa é a base legal para este caso em questão.
A divulgação de conteúdo constrangedor pode ter consequências tanto na área cível quanto na penal. Se o conteúdo foi obtido de maneira ilegal, a vítima pode exigir a remoção do ar e, caso não tenha sucesso, pode mover ações individuais cíveis que exijam a remoção do conteúdo e indenização por danos morais.

 

Mas a ferida permanece e a questão é séria


Mesmo que um conteúdo indesejado seja removido por meio de ações judiciais, o problema permanece. “Muitas vezes, o próprio fato de se mover uma ação para retirada de conteúdo acaba dando mais visibilidade ainda àquilo que se quer evitar. Foi o caso desta vez, e normalmente é o que acontece”, explica Lucina Viana.
“Nesse caso, a notícia em si é a ação movida, os depoimentos, as cenas de delegacia, as opiniões dos especialistas etc. Mas, pela cobertura, muita gente que nem sabia do conteúdo original vai acessar para entender do que se trata”, ela conclui.
O alastramento de conteúdos constrangedores pela internet é tão sério que o assunto é pauta de estudo. Como Lucina explica, no COMDPI, por exemplo, notícias deste tipo são pautas para, pelo menos, três disciplinas diferentes: Gerenciamento de Crise na Internet, Direito na Internet e Gestão de Conteúdos Online.
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E você, caro leitor, o que acha deste assunto? Não deixe de comentar e registrar a sua opinião, pois a discussão está só começando.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

2 milhões de spams circulam a cada segundo na internet



Pelo menos 2 milhões de spams circulam pela internet a cada segundo, apontou um levantamento realizado pela BitDefender. A empresa colheu amostras de mensagens maliciosas em diferentes regiões do planeta para chegar ao resultado final do estudo.
A BitDefender constatou que 1,14% do spam que circula na rede conta com arquivos anexos. Embora essa espécie de spam seja numericamente menor, em termos de periculosidade elas são as que você mais deve temer. Entre as mensagens indesejáveis que contêm anexos, 10% delas incluem malwares ou formulários fraudulentos.
Pelo menos 29,74% dos anexos são arquivos HMTL, enquanto 9,6% são imagens e apresentações de slides. Os arquivos com a extensão DOC representam 6,26% dos spams. Vírus genéricos e worms de email são os campeões entre os arquivos executáveis.
A BitDefender constatou ainda que 78% dos incidentes em que há perda de dados se deve a ações e comportamentos inseguros por parte dos trabalhadores. Além disso, é preciso considerar o fator tempo para avaliar as perdas em função dos spams. Se cada funcionário gastar dois minutos por dia para gerenciar mensagens indesejadas, em um ano pelo menos 21 horas por pessoa serão destinadas a essa finalidade.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Internet brasileira está entre as dez mais lentas para carregar páginas



Um estudo preparado pela Google mostrou que o Brasil está entre os piores países para se carregar uma página na internet. Estudando 50 países diferentes,  foram realizadas medições para que fosse possível saber quais são os locais em que as conexões são mais eficientes para o carregamento de sites.
No final da lista está a Indonésia, que apresentou o tempo médio de 20,3 segundos para o carregamento das páginas utilizadas. Segundo o UOL, para fazer o mesmo em celulares, a internet da Indonésia leva 27 segundos. O Brasil, em 44º no ranking possui a média de 11,8 segundos. Mas a surpresa mesmo estava no topo do pódio, pois a Coreia do Sul foi desbancada por um país que poucos imaginavam ser capaz de realizar o feito.
Eslováquia foi a grande campeã no estudo, apresentado um tempo médio de apenas 3,3 segundos para que os sites sejam completamente abertos. A Coreia do Sul, que é considerada a detentora da melhor internet do mundo, ficou um pouco atrás, com o resultado de 3,5 segundos. 

quinta-feira, 29 de março de 2012

Anonymous pretende desligar a internet no próximo sábado



 


[Atualizado]

O Slashgear publicou mais uma nota sobre o caso, avisando que o ataque pode não existir (ou não ser de autoria do Anonymous). Uma postagem de fevereiro no perfil @anonops confirmaria que a operação de blecaute global não é um dos trabalhos oficiais da equipe – e que os hackers não pretendem cortar toda a internet em 31 de março ou outra data qualquer. Saiba mais aqui.


[Notícia original]

O notório grupo de hackers identificado como Anonymous pretende interromper as atividades de toda a internet no próximo sábado (31 de março). O ato seria uma forma de protestar contra projetos como o SOPA e se posicionar contra os “líderes mundiais irresponsáveis e os bancários que estão arruinando o mundo enquanto satisfazem seus desejos egoístas”.
Um documento publicado no site Pastebin, supostamente escrito por membros da coligação hacker, afirma que a intenção não é matar a rede mundial de computadores, mas sim atacar as grandes corporações, de maneira que provoque a maior quantidade possível de danos. A Operação Blecaute 2012 pretende atacar os servidores DNS que servem como base para o funcionamento da internet, o que tornaria a maior parte dos sites inacessíveis.
A ação faz parte da operação "Março Negro", que prometia um mês inteiro de protestos contra propostas como o SOPA, ACTA e o PIPA. Embora até o momento o grupo não tenha realizado nenhuma grande ação durante este mês, a derrubada de toda a internet deve ser o suficiente para chamar a atenção das autoridades.


A opinião dos especialistas em segurança

Caso você esteja preocupado e já esteja começando a pensar em quais atividades realizar no próximo fim de semana, procure se acalmar. Empresas especializadas em segurança virtual afirmam que um ataque do tipo não teria as consequências esperadas, e é muito provável que o blecaute prometido não aconteça.
“Os hackers do Anonymous podem causar interrupções, mas elas vão ficar restritas às redes das quais as máquinas visadas fazem parte”, afirma Robert Graham, da Errata Security. “É improvável que eles consigam tirar todas elas do ar, ao menos por um período significativo de tempo. No dia do Blecaute Global, é possível que muitas pessoas nem notem o que está acontecendo”, complementa.
Apesar de estar certo da ineficiência de um ataque do tipo, Graham mostra certa cautela ao falar sobre o assunto. “Só porque eu digo que o Anonymous não pode derrubar a internet, não significa que isso não pode ser feito”, afirma o especialista em segurança no blog oficial da empresa.




sexta-feira, 2 de março de 2012

A internet do futuro será baseada em RAM ótica


Fibra ótica é o futuro da transferência de dados. O problema é que quando o sinal de luz chega em uma máquina, ele precisa ser convertido em um sinal elétrico que os aparelhos à base de conexões de cobre consigam lidar, o que resulta em gargalos de velocidade. Mas os engenheiros japoneses da NTT acreditam que sua descoberta, a RAM ótica, permitirá que o backbone da internet seja baseado inteiramente em componentes à base de luz.
De acordo com o PhysOrg e a Nature Photonics, células de RAM óticas tem um gargalo de memória que usa 1s e 0s do código binário para criar pulsações de luz. Tudo isso acontece porque ela bloqueia ou permite que a luz atravesse.
Para fazer a célula de memória, a equipe enterrou uma faixa muito pequena de fosfeto de índio arseneto de gálio em um pequeno pedaço de fosfeto de índio. A parte exterior, em seguida, foi gravada com pequenos orifícios suficientes para controlar o fluxo de luz laser de uma determinada frequência. Eles deixaram uma via de circulação no meio do material não-gravado para fornecer um meio para a luz proveniente de um laser se mover para dentro e para fora da célula.
Quando a luz laser é jogada no material, ela segue o caminho da célula de memória e o indicador de refração é modificado, fazendo com que a pulsação de luz passe ou não, representando ou o estado 1 ou 0. Cada pulsação muda para outro estado e por aí vai. Para ajudar o material de memória a manter seu estado, um segundo laser fornece um raio constante de luz de fundo.
Com 30 nanowatts, a RAM ótica também consome cinco vezes menos energia do que um flash drive, e a Nature diz que a tecnologia tem potencial para atingir larga escala de uso. E ter isso em um data center gigante seria ótimo, mas não vamos nos empolgar antes da hora.