Esqueça o raio-x, jogue fora o ultrassom e diga adeus à ressonância magnética.O futuro da imagiologia médica é promissor e dará aos médicos uma visão surpreendentemente realista do que está acontecendo dentro do seu corpo.
Na realidade, a ideia de jogar todas essas técnicas no lixo é um pouco prematura, isso porque o futuro depende de todas elas. A ideia é desenvolver novas formas de combinar a enorme quantidade de dados que elas geram em imagens ultrarrealistas. Embora isso já seja possível até certo ponto, o rápido desenvolvimento do poder computacional significa que elas ficarão ainda melhores, ainda mais reais. Em um paper sobre o futuro da imagiologia médica, Charl Botha, da Universidade Delft de Tecnologia, na Holanda, explica:
“Análogo ao caso da visualização ilustrativa, o rápido desenvolvimento em hardware e algoritmos gráficos agora permite a renderização interativa de conjuntos de dados de imagiologia médica com a física baseada na iluminação…
Essas técnicas permitem não apenas o fotorrealismo, mas também uma forma técnica de hiperrealismo em artes, onde é possível melhorar as visualizações com detalhes realistas incrementais para transmitir informações de uma maneira melhor.”
A imagem acima, por exemplo, mostra o tipo de resultado que pode ser criado usando renderização volumétrica precisa — e, como se nota, é um salto gigantesco em relação ao antigo raio-x. O futuro, logo, é um onde os cirurgiões poderão vistoriar cada detalhe do corpo do paciente, da forma como ele aparecerá na mesa de operações, do conforto de seus consultórios.
Há muitos motivos para chamar a tecnologia Touché de sensacional. Ela reconhece seu toque em qualquer superfície, até mesmo na água ou entre suas mãos. Ao contrário de touchscreens, ela não fica limitada a toques do dedo. E ainda nem chegamos na melhor parte.
A tecnologia Touché foi criada pela Disney Research e… Peraí, Disney Research? Pois é, esta “rede informal de laboratórios de pesquisa” faz parte da Walt Disney Company e foi criada em 2008, voltada para tecnologia em entretenimento mas não limitada a esse campo.
Então, o Touché: esta tecnologia de toque não requer uma tela – funciona em maçanetas, mesas, até mesmo na água. Como o Touché não requer objetos metálicos, ele reconhece até mesmo o toque entre suas mãos: um sensor sem fios transmite os gestos para o computador via Bluetooth. E, ao contrário do toque capacitivo, o Touché não se limita aos dedos: no caso da maçaneta, o Touché sabe se você está tocando ou segurando-a com a mão inteira, por exemplo.
Mas como usar isso no dia a dia? Aí entra a parte mais impressionante do vídeo: as aplicações na vida real. O Touché permite controlar dispositivos sem tocá-los: basta fazer gestos no seu próprio corpo. No vídeo, você junta as mãos para tocar música, passa os dedos na outra mão para controlar o volume, e apenas encosta os dedos para trocar de música. Genial.
E a maçaneta? Ela pode ser configurada para reconhecer o toque e exibir mensagens na porta – como “não perturbe” ou “entre em silêncio”. E você pode configurar a mensagem através da maçaneta: dependendo de como você fecha a porta, ela exibe a mensagem “volto logo” ou “volto amanhã” – e tranca a porta sozinha.
Assim como acontece com todos os setores que utilizam a tecnologia no seu dia a dia, o automobilismo vive em constante mudança. Sempre em busca de inovações em relação a desempenho e segurança, empresas buscam chegar ao limite do controle sobre as máquinas.
Pensando nisso, resolvemos imaginar um pouco mais além. Tentamos imaginar como serão os carros que veremos futuramente em pistas de corrida, trazendo emoção aos fãs do esporte.
Poderíamos “viajar” e pensar em carros voadores, motores monstruosamente poderosos e tudo o que a ficção científica colocou nas mentes das pessoas. Só que vamos ficar com os pés no chão e pensar em tecnologias que já existem ou que estão em desenvolvimento para imaginar como serão os carros de corrida do futuro.
1) Motores elétricos
Essa deve ser uma das mudanças principais que veremos não só nas pistas de corrida como também nas ruas. Motores elétricos podem ser muito potente, como o Electric Blue, carro criado por estudantes da Universidade de Brigham Young e que conseguiu alcançar a marca de 250 KM/h em testes realizados nos Estados Unidos. Existem rumores de que a Fórmula 1 já cogita a implantação de motores desse tipo nos seus carros nos próximos anos, com a inclusão de protótipos elétricos, que chegariam até 320 KM/h.
Baterias poderão ser recarregadas através dos movimentos do carro ou via tecnologia wireless. Esse equipamento foi desenvolvido e já é utilizado em protótipos ao redor do mundo.
Com motores elétricos alcançando os mesmo níveis de desempenho dos motores de combustão utilizados atualmente, é quase certa uma mudança desse tipo, já que a longo prazo isto seria uma saída mais rentável — e com a vantagem de não agredir o meio ambiente.
2) Modelos mais aerodinâmicos e leves
Em comparação com modelos antigos, os carros de corrida usados nos tempos atuais já são extremamente mais leves. Isso deve continuar, pois com o uso de liga leve de carbono e aerodinâmica arrojada, empresas pretendem trazer maior desempenho e estabilidade aos carros. Protótipos como o já citado Electric Blue e o X1, carro criado pela Polyphony Digital e a Red Bull para o jogo Gran Turismo 5, demonstram bem esse caminho.
3) Carros cada vez mais inovadores
Muitas vezes, os carros precisam se adequar às condições da pista e outros fatores externos durante a corrida. Isso já acontece nos dias atuais, mas os novos veículos podem trazer sensores e computadores de bordo para analisar as alterações no carro e na pista, executando as mudanças automaticamente. Assim, o piloto se preocupa apenas com a pilotagem da máquina. Já existem computadores de bordo em protótipos que realizam funções parecidas com essa, mas eles ainda não chegaram a um nível em que possam ser utilizados com 100% de precisão.
4) Segurança e ausência de pilotos
Um dos grandes problemas com o crescente aumento na velocidade dos carros é garantir a segurança dos pilotos. Opções como cockpits revestidos, diferentes dos que vemos hoje na Fórmula 1, por exemplo, podem começar a ser mais usados. Outra saída é automatizar ainda mais a máquina, fazendo com que no futuro não seja mais tão necessário que o piloto esteja dentro do carro na hora de dirigi-lo.
Isso parece um sonho de jogador de video game e ainda poderia ser considerado como a morte do esporte. Com a tecnologia que temos hoje em dia, controlar veículos em alta velocidade e à longa distância pode parecer algo impossível, mas existem meios para que algo do gênero seja desenvolvido. Em caso de acidentes, isso poderia acabar salvando vidas.
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Essas são apenas algumas ideias do que poderá ser utilizado nas pistas de corrida. Você acha que as coisas serão muito diferentes disso? O que mais poderia ser incluído nos carros?
Fibra ótica é o futuro da transferência de dados. O problema é que quando o sinal de luz chega em uma máquina, ele precisa ser convertido em um sinal elétrico que os aparelhos à base de conexões de cobre consigam lidar, o que resulta em gargalos de velocidade. Mas os engenheiros japoneses da NTT acreditam que sua descoberta, a RAM ótica, permitirá que o backbone da internet seja baseado inteiramente em componentes à base de luz.
De acordo com o PhysOrg e a Nature Photonics, células de RAM óticas tem um gargalo de memória que usa 1s e 0s do código binário para criar pulsações de luz. Tudo isso acontece porque ela bloqueia ou permite que a luz atravesse.
Para fazer a célula de memória, a equipe enterrou uma faixa muito pequena de fosfeto de índio arseneto de gálio em um pequeno pedaço de fosfeto de índio. A parte exterior, em seguida, foi gravada com pequenos orifícios suficientes para controlar o fluxo de luz laser de uma determinada frequência. Eles deixaram uma via de circulação no meio do material não-gravado para fornecer um meio para a luz proveniente de um laser se mover para dentro e para fora da célula.
Quando a luz laser é jogada no material, ela segue o caminho da célula de memória e o indicador de refração é modificado, fazendo com que a pulsação de luz passe ou não, representando ou o estado 1 ou 0. Cada pulsação muda para outro estado e por aí vai. Para ajudar o material de memória a manter seu estado, um segundo laser fornece um raio constante de luz de fundo.
Com 30 nanowatts, a RAM ótica também consome cinco vezes menos energia do que um flash drive, e a Nature diz que a tecnologia tem potencial para atingir larga escala de uso. E ter isso em um data center gigante seria ótimo, mas não vamos nos empolgar antes da hora.