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terça-feira, 12 de junho de 2012

No leilão do 4G brasileiro, as quatro grandes operadoras levam os lotes nacionais



Uma importante etapa no processo de implantação das redes 4G no Brasil aconteceu hoje. A Anatel realizou, após alguns adiamentos, o leilão dos lotes de operação do nosso 4G, que aqui operará nas faixas de frequências de 2,5 GHz e 450 MHz (essa última em áreas rurais). Quem levou? Confira conosco.
A Claro arrematou o primeiro dos quatro lotes nacionais por R$ 844,52 bilhões milhões, com ágio de 34% sobre o valor mínimo da oferta. Como ninguém se interessou pela faixa dos 450 MHz (o que era previsível), a Claro acabou levando essa junto — caso de todos os lotes nacionais, diga-se de passagem. Em contrapartida pela vitória no leilão do lote “W”, a operadora terá que realizar investimentos em telefonia e banda larga nas áreas rurais da região Norte, Maranhã, Bahia e Grande SP (códigos 11 e 12).
O segundo lote quem levou foi a Vivo, com um lance de R$ 1,05 bilhão, ágio de 66,6% sobre o valor mínimo pedido pela Anatel. O preço mais salgado, que evidencia uma disputa maior (no caso, com a Oi) pelo lote, se deve ao fato desse ter sido o último com largura de banda de 20 MHz, com maior capacidade. Aqui, os investimentos na faixa dos 450 MHz serão no interior de São Paulo (exceto nos códigos 11 e 12), Minas Gerais, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
TIM e Oi levaram os dois últimos dos quatro lotes nacionais — ambos com espectro de 10 MHz. O “V1″, nome do lote ganho pela TIM, custou à operadora R$ 340 milhões (ágio de 7,9%) e a obriga a cobrir as áreas rurais de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina. Já a Oi pagou R$ 330,85 milhões (ágio de 5%) pelo lote “V2″ e será responsável pelas áreas rurais da região Centro Oeste e o Rio Grande do Sul.
O 4G deverá estar funcionando nas cidades-sedes da Copa das Confederações até 30 de abril de 2013. Ainda há outros 268 lotes de faixas de frequência para operações regionais, então tem muita água para rolar. Os mais importantes, porém, ficaram na mão das maiores operadoras nacionais. E que o cronograma se cumpra e o 4G brasileiro seja melhor que o 3G — o que, convenhamos, não é muito difícil dado o estado atual das coisas.

Por que os preços da Apple Store brasileira subiram tanto hoje?



Estamos bem assustados desde que a Apple Storebrasileira voltou à ativa. Praticamente todos os preços dos itens vendidos por ali subiram. E alguns subiram bastante. A alta do dólar deve ter alguma relação, mas se lá fora alguns valores chegaram a cair, por que aqui no Brasil todos eles subiram tanto?
Veja, por exemplo, o MacBook Air. O modelo inicial, o de 11″ com SSD de 64 GB, custava R$ 2.999. Agora, depois da atualização, ele sai por R$ 3.699. O caso do Air de 13″ básico é ainda mais drástico: antes custava R$ 3.799, agora, R$ 4.999 — aumento de R$ 1.200! O topo de linha passou de R$ 5.199 para R$ 6.099.
Outros modelos também tiveram um súbito aumento nos preços. O MacBook Pro de 13″, que começava em R$ 3.599, agora só sai dos galpões da Apple se o interessado desembolsar R$ 3.999. O modelo “básico” de 15″, que começava em R$ 6.699, agora custa R$ 7.999, outra diferença bem expressiva, de R$ 1.300. Até mesmo equipamentos, como a AirPort Express recém-atualizada, tiveram alta — o roteador Wi-Fi mais simples da Apple, que antes custava R$ 369, agora sai por R$ 479.
O dólar subiu bastante nos últimos meses, mas é difícil engolir, caso seja essa a desculpa, aumentos tão violentos nos preços, especialmente se levarmos em conta que nos EUA a maioria deles foi mantida, com casos até de baixas, como o do MacBook Air de 11″ e SSD de 128 GB que de US$ 1.299 passou para US$ 1.199. Se nossos amigos americanos ficaram surpresos com a dança dos números, nós também — mas por motivos diametralmente opostos.
E nem entrarei no mérito do MacBook Pro com tela Retina que lá na terra do tio Sam custa US$ 2.199 e aqui começa em R$ 10 mil. Dez mil Reais. O trânsito de turistas brasileiros com destino a Miami e MacBooks na bagagem de volta deve subir nos próximos meses. Novamente, mais uma pergunta que ninguém responde. 


Novos preços dos MacBooks.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Câmara discute a qualidade da internet brasileira



A Câmara dos Deputados está realizando hoje uma audiência pública que pretende discutir o cumprimento das normas de telefonia pelas operadoras do país. A qualidade dos serviços de tráfego de dados e voz é o assunto da vez, e possíveis medidas para garantir melhorias no setor já devem ser idealizadas.
Os parlamentares Sando Alex (PPS-PR) e Duarte Nogueira (PSDB-SP) colocaram o assunto em discussão, lembrando que as operadoras de telefonia do país recebem reclamações há muito tempo. De acordo com o deputado paulista, a internet brasileira é cara e de má qualidade e, ainda por cima, a telefonia é uma das piores do mundo. Para ele, os problemas estão aparecendo por causa da falta de investimento na estrutura das redes, que não comportam a demanda como deveriam.
O assunto pipocou na câmara quando o SindiTelebrasil (o sindicato das operadoras) contratou uma empresa para medir a qualidade da banda larga no país. A Anatel, por sua vez, não esclareceu nada sobre o processo nem comentou a forma como essa medição será feita.



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ultrabooks fabricados no Brasil chegam no segundo semestre de 2012





Este pode ser o ano dos ultrabooks em terras brasileiras, ao menos se depender da Intel. Durante o IDF (Intel Developers Forum) local, a companhia anunciou que 11 companhias vão fabricar até 20 modelos diferentes de aparelhos no país a partir do segundo semestre de 2012.
Empresas como Dell, LG, HP, Positivo, Samsung e STi estarão presentes na primeira linha de ultrabooks nacionais, mas apenas alguns dos modelos já anunciados (cujos nomes serão divulgados separadamente pelas responsáveis) serão produzidos por aqui. O preço, que hoje passa dos R$ 6 mil em aparelhos importados, pode cair para até R$ 2.400. Os híbridos, que contam com tela sensível a toque, também deve aparecer no Brasil.
As expectativas são as melhores possíveis: de acordo com a empresa, a procura pelos primeiros modelos de ultrabooks comercializados no país foi bem acima do esperado. Ainda assim, o custo desses aparelhos ainda assusta o consumidor.
A Intel ainda apresentou novas tecnologias de segurança que já devem figurar nesses modelos: uma de criptografia, para impedir fraudes, e outra antifurtos, capaz até de bloquear o computador via acesso remoto ou travamento de login.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

O que falta para o 4G virar realidade no Brasil?



LTE é o futuro.
No dia 12 de setembro do ano passado a presidente Dilma Roussef afirmou: “Vamos implantar no Brasil o celular de quarta geração antes da Copa do Mundo.” O 4G, com a promessa de velocidades assombrosas e baixas latências, já encanta e conquista norte-americanos, asiáticos e europeus, mas ainda está longe de se tornar realidade no Brasil. O que é essa tecnologia e o que falta, afinal, para que ela deslanche por aqui? Respondemos essas e outras questões em mais um Giz Explica.
4G significa Internet móvel de alta velocidade…
As especificações do 4G foram definidas pela ITU-R, que também é responsável por homologar tecnologias complacentes com essas regras. Dentre elas está a velocidade de download de 100 Mb/s quando em trânsito e 1 Gb/s em pontos estacionários. Os dois principais candidatos a padrão nessa seara, LTE e WiMAX, não alcançam tais velocidades em suas versões atuais — a atual especificação do LTE chega a ~70 Mb/s. Mesmo assim, são considerados 4G pela ITU-R desde dezembro de 2010 por representarem ganhos expressivos em relação ao padrão anterior, o 3G/UMTS.
…que não tem um padrão muito definido…
Não é só nos limites mínimos de velocidade que a ITU-R faz “corpo mole”. As faixas de frequência nas quais os dispositivos 4G operam também não são padronizadas, incumbindo a cada país a tarefa de encontrar uma “vaga” no espectro para abrigar a tecnologia.
Apesar dessa confusão, há outras características que representam ganhos em relação ao 3G, como a largura de banda maior (o que torna a conexão acessível a mais pessoas simultaneamente), a latência bem menor, bem como o uso de compartilhamento dinâmico e outras funções que ajudam a suportar mais usuários ao mesmo tempo. A esse conjunto de característica se dá o nome de International Mobile Telecommunications-Advanced (IMT-Advanced).
Outro efeito colateral ruim dessa relativa bagunça é o uso indiscriminado da marca “4G” por operadoras. Nos EUA, por exemplo, a AT&T chama a sua conexão HSPA+ de 4G e o LTE, esse sim uma 4G de verdade, de 4G LTE.
O 4G da AT&T é dividido em dois.
Propaganda enganosa?
…já está em uso lá fora e presente em produtos que estão chegando ao Brasil…
A primeira rede 4G comercial do mundo foi inaugurada em 2009 em duas capitais escandinavas, Oslo (Noruega) e Estocolmo (Suécia). De lá para cá a tecnologia chegou a vários outros países, inclusive nos EUA, maior mercado de telefonia móvel do mundo. Lá o 4G é realidade desde 2010 e atualmente três das quatro maiores já oferecem Internet móvel de alta velocidade: Verizon e AT&T via LTE, e Sprint via WiMAX (com planos para migrar para LTE). A MetroPCS também oferece 4G via LTE. A T-Mobile, última das quatro gigantes, chama a sua conexão DC-HSPA+, que dobra a velocidade de downstream do HSPA+ chegando a 42 Mb/s, de “4G”.
Onde o 4G já existe, a disparidade no uso de frequências é evidente. Veja alguns exemplos mais além do dos EUA:
  • Austrália: 1800 MHz (LTE); 2300, 2500 MHz (WiMAX);;
  • Alemanha: 800 MHz, 1800 MHz (LTE);
  • Ásia (em geral): 1800, 2600 MHz
Como você já deve imaginar (e a lógica leva a crer), smartphones fabricados para determinadas frequências não funcionam quando em outras. Todos, porém, também funcionam em redes 3G/UMTS para um sistema meio “fallback” em regiões onde o 4G não existe ou é incompatível. É o caso, por exemplo, do novo iPad que chega amanhã ao Brasil.
…mas com frequências diferentes das que serão usadas aqui…
Novo iPad no asfalto.
E mesmo que você compre o novo iPad esperando a rede 4G nacional se materializar, más notícias: as nossas frequências serão diferentes das usadas pela última versão do tablet da Apple. É o mesmo problema pelo qual passaram os australianos: mesmo com 4G operando por lá, o tablet da Apple só acessa a Internet via 3G.
A Anatel já estabeleceu as frequências e até publicou o edital da licitação, que deve ocorrer em junho. O nosso 4G usará a tecnologia LTE e operará na faixa dos 2500 MHz. Além dessa, haverá outra exclusiva para o uso em áreas rurais, de 450 MHz.
Eu sei. Você deve estar se perguntando “por quê?”. Acontece que a faixa dos 700 MHz,recomendada pela Qualcomm para uso na América Latina, atualmente é usada para a transmissão do sinal da TV analógica (canais 52 a 69 do UHF). Como o prazo para o fim das transmissões da TV analógica termina em 2016 (se tudo correr bem), não deu para esperar.
Com isso, não é apenas o iPad que fica “prejudicado” no Brasil, mas todos os smartphones e tablets que vêm de fora. Empresas como Samsung e Nokia, que fabricam por aqui, terão alguma vantagem nesse processo de localização, mas outras que importam, não. Isso sem falar em quem viaja para o exterior e aproveita o passeio para trazer um iPhone ou Galaxy na bagagem. Acabou a mamata — a menos que você se contente com nosso 3G capenga.
…que entrará em operação em abril de 2013…
Palavras de Dilma: nossa rede 4G estará em operação nas cidades-sede da Copa do Mundo até abril do ano que vem. O cronograma da Anatel é estender o alcance da rede gradativamente, até chegar às cidades com população entre 30 e 100 mil habitantes em 2022. Até maio de 2014, poucas semanas antes do início do campeonato futebolístico, todas as capitais e cidade com mais de meio milhão de habitantes estarão com 4G tinindo.
Cronograma do 4G no Brasil.
O edital da licitação já foi aprovado, o leilão ocorrerá em junho e o governo federal espera arrecadar no mínimo R$ 3,58 bilhões nessa brincadeira. Haverá duas etapas, sendo a primeira exclusiva para as faixas rurais (450 MHz). Se não forem vendidas, elas entram no bolo das faixas de 2,5 GHz e, então, serão leiloadas juntas. Além da implantação da nova rede, há uma série de compromissos que prometem melhorar e estender o péssimo serviço 3G de que dispomos hoje.
Isso tudo, claro, se nada mudar mais uma vez. Sim, porque as operadoras estão fazendo uma pressão danada contra a implantação da novidade.
…porque as operadoras não estão muito animadas com os investimentos necessários…
Outro problema na escolha da frequência de 2,5 GHz para o nosso 4G é que ela se propaga menos do que frequências mais baixas e, portanto, exige mais investimentos em infraestrutura. E isso parece ser um problemão porque as operadoras estão fazendo jogo duro contra o 4G.
O leilão das frequências já foi adiado algumas vezes por pressão e lobby delas. As operadoras dizem que ainda não terminaram o ciclo de implantação do 3G no país, o que em outras palavras significa que ainda não capitalizaram (o suficiente?) com a tecnologia passada. Se sim ou não, parece que agora vai.
Mas há outro possível complicador para que o leilão de fato ocorra em junho: EUA e Europa. Como o edital da Anatel prevê a utilização de +50% de equipamentos nacionais na infraestrutura das teles, representantes dos governos do hemisfério norte foram à OMC reclamar. Novamente, porém, Paulo Bernardes, ministro das Comunicações, e João Rezende, presidente da Anatel, bateram o pé e disseram que nada muda.
…mas que vai sair mesmo assim.
Aos trancos e barrancos e com a insatisfação daquelas que proverão o serviço (o que deixa todo mundo apreensivo com a qualidade da coisa), o 4G no Brasil caminha para se tornar uma realidade. Logo de cara, ele terá um desafio dos grandes: a Copa do Mundo, com gente do planeta inteiro por aqui, ainda que poucos com equipamento capaz de “conversar” com nosso 4G na frequência de 2,5 GHz. O jeito é esperar, torcer e, principalmente, ficar de olho no desenrolar dessa história toda. Que a triste do 3G não se repita, amém.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Novo iPad chega ao varejo brasileiro em 11 de maio, só falta o preço


A TIM já revelou que o novo iPad chega ao Brasil em 11 de maio. Hoje, diversas varejistas online confirmam a data: Ponto Frio, Americanas, Submarino e Fast Shop já exibem propaganda do novo iPad, com exatamente o mesmo material promocional, a ser lançado na sexta-feira. Só falta o preço.
As lojas destacam as duas grandes novidades: a tela Retina, com resolução 2048 x 1536 pixels; e a câmera que filma em 1080p com estabilização de imagem. Tem mais uma: “conexão ultrarrápida” – eles citam o 3G+, nada de 4G.
Mas nenhuma loja revela o preço: “Aguarde”, dizem os anúncios. Esperamos que os preços sejamos mesmos do iPad 2 no lançamento: a partir de R$1.649 para os modelos com Wi-Fi, e a partir de R$2.049 pelos modelos com 3G. (Os preços do iPad 2 já caíram no Brasil, começando em R$1.399.) Saberemos com certeza nesta sexta-feira.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Galaxy SIII chega ao Brasil em junho


Galaxy S III.
Depois que a Samsung revelou todos os detalhes do Galaxy S III, só ficaram faltando duas coisas: quando ele chega ao Brasil, e por qual preço. A primeira pergunta já foi respondida: de acordo com a Samsung, as vendas no país começam na primeira semana de junho – e o Galaxy S III será fabricado no Brasil. Mas quanto vai custar?
A Samsung terá um evento oficial de lançamento em São Paulo no dia 29 de maio (terça-feira). O aparelho começa a ser vendido “na primeira semana de junho”. O mês de junho começa numa sexta-feira – um dia bem propício a novos lançamentos de celular. Michel Piestun, VP de telecom da Samsung no Brasil, diz ao Estadão: “como todos os produtos da Samsung, ele será fabricado no País desde o lançamento, em nossas fábricas de Campinas e Manaus”.
Agora só resta saber o preço. Apostamos que o preço do Galaxy S III fique, inicialmente, entre R$2.000 e R$2.300. Os outros flagships da Samsung, o Galaxy X e o Galaxy Note, hoje custam no varejo cerca de R$1.800. A Samsung não informou o preço.
O novo Samsung Galaxy S III tem processador quad-core, tela Super AMOLED de 4,8″ e resolução 1280×720, e Ice Cream Sandwich com TouchWiz e diversas novidades que o tornam mais “humano”. Se você está pensando em trocar de smartphone, veja aqui oque realmente mudou no Galaxy SIII – você tem pelo menos um mês para se decidir.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Tablet S, da Sony, chega oficialmente ao Brasil depois do Dia das Mães


Tablet S, da Sony: no Brasil com ICS.

Depois da confirmação de que o novo iPad chega a tempo para o Dia das Mães, agora foi a vez da Sony acabar com o mistério sobre o Tablet S, seu elegante tablet que parece uma revista dobrada. A página de pré-venda apareceu na loja online da empresa com preço, data de lançamento e, olha só, Android 4.0!
O Tablet S já pode ser encomendado em pré-venda, com previsão de disponibilidade para dia 16 de maio. Uma data um tanto estranha, já que é apenas alguns dias depois do Dia das Mães — e tem muita mamãe que gostaria de ganhar um tablet, pode apostar. O preço, nem tanto: a Sony cobra R$ 1.649 no modelo com 32 GB de espaço interno e sem 3G, o mesmo valor sugerido pela Apple ao iPad 2 básico (16 GB, Wi-Fi).
De diferente da versão internacional, disponível desde setembro do ano passado, o nacional sairá de fábrica com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich. Isso talvez explique a demora entre a homologação na Anatel, ocorrida em janeiro, e o início das vendas, quase cinco meses depois.
A configuração do Tablet S conta com tela de 9,4″ com resolução de 1280×800, processador dual-core NVIDIA Tegra 2 de 1 GHz, 1 GB de RAM, 32 GB de memória interna e câmeras traseira (5 MP) e frontal (0,3 MP). Ele ainda tem slot para cartão SD e saídas de áudio estéreo. No nosso frankenreview, notamos que o design do Tablet S agradou bastante, embora as configurações e a experiência com o Android, no caso o Honeycomb, não tenham apresentado diferenciais em relação ao mar de tablets Android disponível. 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Equipamentos e tecnologias do 4G terão que ser desenvolvidos no Brasil


 

Uma cláusula incluída no edital de licitação para a implantação da tecnologia 4G no Brasil está causando uma polêmica internacional. Segundo o texto do edital, a companhia vencedora deverá utilizar pelo menos 60% de conteúdo nacional na instalação dos serviços, o que inclui equipamentos e tecnologias utilizados durante o processo.
Segundo informações publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta semana, Estados Unidos e União Europeia pretendem questionar essa cláusula junto à Organização Mundial do Comércio. Para eles, trata-se de uma barreira ilegal ao comércio no setor de telecomunicações.
Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, rebateu as acusações e afirmou que o país não pretende recuar em sua postura. “Não mudaremos as exigências de conteúdo nacional porque não vemos nada que fira os tratados do comércio internacional e porque queremos desenvolver a indústria de equipamentos em nosso país”, explicou.
A exigência de 60% aumenta para 70% entre 2017 e 2022. O governo acredita que as medidas adotadas são fundamentais para incentivar a produção nacional. O leilão das faixas de frequência do 4G está marcado para o dia 12 de junho.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Internet brasileira está entre as dez mais lentas para carregar páginas



Um estudo preparado pela Google mostrou que o Brasil está entre os piores países para se carregar uma página na internet. Estudando 50 países diferentes,  foram realizadas medições para que fosse possível saber quais são os locais em que as conexões são mais eficientes para o carregamento de sites.
No final da lista está a Indonésia, que apresentou o tempo médio de 20,3 segundos para o carregamento das páginas utilizadas. Segundo o UOL, para fazer o mesmo em celulares, a internet da Indonésia leva 27 segundos. O Brasil, em 44º no ranking possui a média de 11,8 segundos. Mas a surpresa mesmo estava no topo do pódio, pois a Coreia do Sul foi desbancada por um país que poucos imaginavam ser capaz de realizar o feito.
Eslováquia foi a grande campeã no estudo, apresentado um tempo médio de apenas 3,3 segundos para que os sites sejam completamente abertos. A Coreia do Sul, que é considerada a detentora da melhor internet do mundo, ficou um pouco atrás, com o resultado de 3,5 segundos. 

sábado, 14 de abril de 2012

iPad 2 já esta sendo fabricado aqui no Brasil



A Foxconn já está fabricando o iPad 2 no Brasil. A filial da fábrica chinesa é responsável, entretanto, apenas pelo modelo de 16 GB. Os demais produtos da linha seguem sendo comercializados no Brasil via importação.
A empresa, que está instalada na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, contratou cerca de 1,1 mil trabalhadores. Desde o mês de março eles estavam em treinamento e somente agora a produção foi iniciada.
Segundo informações extraoficiais, o modelo mais barato, que hoje é comercializado por R$ 1.399 no site da Apple brasileira, deve ter o custo reduzido em até 30% quando a distribuição do produto montado no Brasil começar a ser feita.
Apesar de a produção ter iniciado apenas nesta semana, ainda não há previsão para que a indústria inicie por aqui a fabricação do Novo iPad. Da mesma forma, ainda não se sabe quando o iPad fabricado no Brasil chegará às lojas.




sexta-feira, 30 de março de 2012

Impostos fazem preço do Kindle Touch 3G dobrar no Brasil


A Amazon anunciou esta semana a chegada do Kindle Touch 3G a 175 países – Brasil incluso. Isso não quer dizer que o consumidor brasileiro poderá ir à loja de eletrônicos mais próxima e comprar o seu, mas que poderá encomendá-lo diretamente do site da empresa e recebê-lo em casa.
O dispositivo está mais para e-reader do que para tablet – a tela nem colorida é – mas conta com um diferencial que nenhum outro possui: conexão gratuita à Internet para baixar livros. Estando em uma área coberta pelo sinal (a empresa não diz qual operadora é sua parceira), o usuário poderá fazer o download pela Kindle Store sem ter de pagar pelos dados consumidos, só pela obra. Vale a pena dar uma olhada no portal oficial para ver os locais com acesso.
Kindle3G
Roxo escuro representa o 3G e o claro, EDGE (2G)
A plataforma da Amazon possui acervo com mais de um milhão de livros, mas apenas 4,3 mil estão emportuguês – o de Portugal.  Há best-sellers como 1822, de Laurentino Gomes, e 50 Anos a Mil, de Lobão, e aqueles que já entraram em domínio público, como Os Lusíadas e Hamlet. Dom Casmurro, de Machado de Assis, sai por apenas um dólar, e há também revistas e jornais, disponíveis, inclusive, via assinatura mensal. 
Mas tem o ponto negativo. E ele sai caro. Embora o aparelho custe 189 dólares nos Estados Unidos, o preço para importá-lo sobe para 411 dólares (753 reais), se equiparando ao Alfa, da Positivo. Trata-se de uma estimativa, já que, embora o frete para São Paulo seja de 22 dólares, a taxa de 200 dólares para entrar no País – que supera o custo do próprio aparelho – pode variar. Além do Imposto de Importação (60% sobre o valor + frete) e o IPI, é precisoa arcar com o ICMS, que muda conforme o Estado. A Amazon diz que, se for o caso, devolve o valor excedido ou paga o que faltar e debita, depois, no cartão do cliente.
Por enquanto o Kindle Touch 3G, com interface traduzida para o nosso idioma, está em pré-venda. O lançamento está marcado para 27/04 e, se o usuário adquiri-lo hoje, não o receberá até o começo de maio. Ele possui tela de 6 polegadas, 4GB de armazenamento interno e pesa apenas 220 gramas. Com o Wi-fi ativado, a bateria dura de três a seis semanas.