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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Óculos do Google serão bem menos interessantes que o prometido



Lembra aquele vídeo incrível mostrando o que os óculos do Google poderiam fazer? Aquele prometendo uma interface ultrafuturística de realidade aumentada para nosso dia a dia? Ficção científica vira realidade! Uhm, mas não vai ser assim, não. Pena.
A CNET visitou o Google e descobriu que o vídeo pode ter exagerado a forma como as informações seriam exibidas nos óculos. Em vez de uma visão do Exterminador do Futuro (ou do Homem de Ferro) como o vídeo mostra – assim como as paródias – o protótipo exibe informações apenas levemente acima do olho.
Apesar de o chefe do Google+, Vic Gundotra, não ter falado muito sobre os óculos durante uma entrevista esta manhã, uma discussão posterior com outro porta-voz confirmou que o conhecido protótipo – visto em Gundotra e no fundador do Google X Lab, Sebastian Thrun,em uma entrevista com Charlie Rose – mostra informações acima da linha de visão de quem o usa, “mais ou menos onde estaria a borda de um guarda-chuva”.
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO.
Como aponta a CNET, esta abordagem reduzida pode fazer mais sentido, tanto de um ponto de vista técnico como prático. Além disso, vale notar que todas as imagens que vimos do protótipo mostram que os óculos não cobrem totalmente seu campo de visão. Mas é difícil não ficar um pouco decepcionado. Pelo menos, há esperança: o Google diz à CNET que “ainda é muito cedo para saber quais serão as funções e a interface”. Há esperança.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A prova de que os óculos do Google tiram fotos bem boas


Todo mundo ainda está tentando descobrir o que faremos com os óculos do Google. Hangout do Google+ o dia inteiro? Dar +1 em eventos da sua vida? Ser uma vítima da moda? Não se sabe ainda. Mas agora sabemos que os óculos tiram fotos bem decentes.
Já vimos uma foto tirada pelos óculos do Google, mas ela não era muito boa. A combinação de pouca luz e, quem sabe, um modelo anterior dos óculos podem ser os culpados. Mas agora temos uma foto numa área bem iluminada pelo Sol, e parece estar bem digna para compartilhar no Faceb- opa, no Google+.
Sebastian Thrun, do Google, postou esta foto no Google+ de seu filho Jasper, rodando e girando todo contente, e capturado nesta perspectiva em primeira pessoa. Thrun já havia dito que um dos usos para Project Glass seria documentar a vida em fotos: compartilhar sua perspectiva visual com os amigos, além da realidade aumentada que os óculos prometem.
Thrun só não revelou como ele tirou a foto, já que estava com as duas mãos ocupadas. Será que ele foi controlando tudo com os olhos, mirando em um botão de câmera e piscando para ativar? Ou, enquanto ele girava o filho, ele gritou feliz “TIRAR FOTO!!!”?
De um jeito ou de outro, com uma câmera de 3 megapixels no seu rosto, a qualidade de imagem nos óculos do Google não deve ser ruim. Pelo contrário: eles já têm 3MP hoje – prevejo um futuro com mais megapixels e vídeo em Full-HD.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Óculos de realidade aumentada custa R$ 4,50 no Japão


 

Você lembra quando Tom Cruise trabalha naquela tela grande, usando as mãos, no filme Minority Report? Aquilo é uma demonstração do que a tecnologia de realidade aumentada pode se tornar. Infelizmente, os aparelhos desenvolvidos até hoje estão longe desse nível, pois são difíceis de usar e de serem introduzidos no dia a dia. Mas não precisa ficar desanimado, um par de óculos chamado AirScouter foi lançado no Japão e promete chegar um pouco mais perto desse cenário.
Segundo o site Adrenaline, a maior qualidade desse aparelho é o fato de ele ser compatível com o Windows XP de 32-bits e o 7. Dessa forma, fica mais fácil encontrar meios de fazer com que ele funcione, pois só é necessário plugá-lo a um computador por meio de um cabo USB. Depois de conectado, ele pode exibir a tela do computador direto para a pessoa ou de maneira que as informações se sobreponham à imagem real que o olho capta.
A projeção de realidade ocupa somente uma das lentes (que pode ser escolhida pela pessoa), permitindo a interação com o ambiente ao redor. Além disso, há dois modelos: o WD-100G, que admite o uso de lentes com grau, e o WD-100, para pessoas sem problemas de vista.
O objetivo do fabricante é atingir o grande mercado de trabalhadores do Japão, independente de trabalharem em fábricas ou escritórios. Para que o equipamento seja acessível para a maioria, ele foi lançado por 199,80 yens, o equivalente a R$ 4,50.